Um pouco de leveza neste momento triste.
(Post de hoje é pra ti Ana)
Balé. Na Vogue de outubro – em editorial com Carol Trentini – e no caderno Equilíbrio de ontem da Folha de São Paulo.
Clássico. Na moda e na vida. Na primeira aparece faz tempo… nas sapatilhas, nos babados, nas transparências e tecidos vaporosos, nas silhuetas godês. Na delicadeza . Adoro.
Na vida vem sendo apontado como ótimo para a saúde e bem-estar. Uma atividade mais completa que a natação. E a Folha Online não me deixa mentir… Cada vez mais adultos estão procurando as aulas de balé clássico, seja para aumentar a capacidade de concentração, seja para fortalecer os músculos do corpo ou apenas para relaxar e apertar o OFF. Adoro também. Provavelmente voltarei pra barra ano que vem. Enferrujada (foram anos dançando, mas já são anos parada), mas com uma vontade danada de relembrar. E dançar. E voar…
Porque em Floripa tá assim: mesmo com Sol, chove! E o resultado é o que vocês tão vendo nesta foto. Um pouquinho de cor na tristeza que se abateu sobre a nossa Santa e Bela Catarina.
(Era uma vez uma vista para a Beira-Mar… E viva o “progresso”!)
No meio dessa tragédia toda, tá bonito ver a mobilização das pessoas, das empresas, dos outros estados, do Brasil inteiro para ajudar as vítimas do maior desastre climático da história de SC. E no meio dessa tragédia toda é de indignar a falta de sensibilidade e noção de algumas outras pessoas (poucas, ainda bem!). Um exemplo disso foi relatado ontem no blog No Palanque, pela repórter Júlia Antunes Lorenço. Lamentável. E infelizmente tem muito mais…
Os olhos do país inteiro estão voltados para cá. E os brasileiros estão podendo acompanhar o que aconteceu por aqui graças à cobertura jornalística que está sendo feita, além, é claro, da colaboração dos próprios moradores que têm enviado informações, vídeos e imagens da catástrofe. Os principais veículos de comunicação mandaram seus correspondentes. Os principais noticiários falam o tempo todo da situação, atualizando os números de mortos e desabrigados (que crescem diariamente). Datena já veio, Cabrini também. Ontem chegou Caco Barcellos com a equipe do Profissão Repórter. Se a imprensa nacional (e até internacional) está mobilizada nesta cobertura, imagine a local. E ainda tem organização de certo evento que está acontecendo em Florianópolis reclamando que as “notícias não estão saindo”. Vai ver por que, no momento, é um pouquinho mais relevante retratar da melhor maneira possível a tragédia do Vale do Itajaí. Que falta de noção. Que falta de sensibilidade. Lamentável (2). Isso que é um evento em prol do “social”. Sim, belo social.
Nada como ter amigos queridos, prestativos e criativos. Eu, negação em qualquer programinha de design, tive que pedir socorro (de novo) a quem entende do assunto. Como o Ateliê mudou de cara – afinal, já eram muitos dias do mesmo jeito né? – queria uma logo nova para acompanhar a mudança. Nem me atrevi a fazer qualquer coisa (seria muito tempo perdido com o fracasso me esperando no final!) e, como da vez que criei o blog, quando a Ju me socorreu com a incumbência da logo, pedi um help para o Tadeu. Amigo, torcedor do mesmo time, jornalista e entendedor dessas coisinhas que não compreendo. Aí, mesmo ele preferindo o antigo Ateliê, fez esta coisa linda que vocês tão vendo ali em cima. AMEI! Ficou lindo mesmo, né?! Meus agradecimentos por aqui também: Obrigada, Chuck! (quem vê Gossip Girl, sabe de quem eu tô falando. Sim, são parecidos. Mesmo gênio. Mesmo humor. Quem não vê, boa oportunidade pra conhecer hoje, na WB às 21h). E se quiserem conferir a performance dele como DJ, seu blip tá ali do lado.
Em sessão fofoca no chat do gmail:
Enviado às 10:22 de terça-feira
(eu= Clarissa)
Juliana: amiga… sol!
eu: sim
tem uma explicação
verás no meu blog
Juliana: ai mô Deus
vou lá ler
eu: sim
explicação científica
(…)
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Eu sabia… Já me sinto culpada pelo dilúvio. Será que bastava eu ter aberto a mão antes?!
Tá Clarissa, vamos trabalhar vamos?! =)
Essa tal “tecnologia” é realmente impressionante. Fico de face. “Vou te dizer uma coisa pra ti ô”! Gente, menos de 24h depois de fazer a compra pela internet, minha galocha chegou e foi entregue em mãos! Tudo certinho. Sem custo de frete!
Viram os raios solares aparecendo, né!? Pois bem, me agradeçam. Eu não disse?! É a máxima imperando…”Pobre só se f…”.






