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Elementais já usa sacolas exigidas por Lei Municipal
A marca de roupas femininas Elementais já cumpre a Lei Municipal nº 7627 / 2008, de Florianópolis, que exige que as empresas públicas e privadas substituam, até o mês de maio, 100% do uso de suas sacolas e sacos plásticos manufaturados com resina petroquímica por produtos ecológicos ambientalmente corretos, feitos com papel, tecido ou material oxi-biodegradável.
Além de preservar o meio-ambiente e colaborar para conscientização das clientes, a Elementais oferece uma sacola diferenciada não só pela qualidade e pelo selo do ecologicamente correto, mas também pelo design agradável e autêntico. “A cada coleção é uma nova sacola, que segue o mesmo conceito da campanha. O bom é que ela pode continuar sendo usada depois e não precisa ser jogada fora”, explica Nadir Boa Sorte, empresária da marca em Florianópolis.

Arquivado em: ideias | Tags: assessoria de imprensa, ética, jornalista, resposta
Da série “Coisas incríveis do dia-a-dia da assessoria de imprensa”, aí vai outro post dedicado à resposta ética e coerente que recebemos hoje de um jornalista local:
Não é a minha praia, principalmente porque não posso usufruir. Se sobrar
espaço até coloco.
Bjus
Fulano de Tal.
Isso foi a reposta para este e-mail:
Oi Fulado de Tal!
Tudo bem? Estou enviando abaixo nota exclusiva para a sua coluna:
Comemoração
As irmãs e empresárias x e y estão comemorando. As duas gerenciam a única unidade nonononono que recentemente recebeu, mais uma vez, o Selo de Excelência em Franchising. Para as sócias, o selo representa um reconhecimento que só vem a somar com a qualidade e a credibilidade do lugar. Localizada em Florianópolis, (…), a empresa já faz sucesso graças ao diferencial no atendimento e na qualidade do material utilizado.
O que você acha? Interessa? Anexo segue foto das irmãs.
Grande abraço!
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Se a nota é ou não a “praia” dos leitores dele, não importa. Afinal, como o tal não pode “usufruir” dos serviços, os leitores também não podem usufruir da informação. Ai ai =)
P.S: de novo retirei os nomes para preservar a empresa nonono, que é cliente da Em Voga Comunicação.
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Na próxima sexta-feira (amanhã, 24/04), a Mix Urbano do Beiramar Shopping vai mobilizar suas clientes para doarem sapatos para a Orionópolis, que é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, que abriga idosos, crianças e adultos portadores de deficiências e que vivem em estado de abandono familiar. Será uma ação beneficente que tem como slogan: “Traga um sapato que você não usa, em bom estado, e ganhe um desconto ou uma super condição de pagamento”. Os produtos com desconto são da coleção nova. A ação vai acontecer durante todo o dia.
Arquivado em: ideias | Tags: cotas, estilista, negros, passarelas, universidades
No último domingo (12 de abril), a Folha de São Paulo trouxe uma matéria sobre cotas para modelos negros nos desfiles da SPFW (o assunto ultrapassou a fronteira das Universidades e foi parar nas passarelas). E aí que lá no meio leio isso:
“Nosso trabalho é arte, algo que tem de dar emoção para o nosso grupo, para as pessoas que se identificam com a gente. (…) Na Fashion Week já tem muito negro costurando, fazendo modelagem, muitos com mãos de ouro, fazendo coisas lindas, tem negros assistentes, vendedoras, por que têm de estar na passarela?”.
Hmmm?!?! Como é que é?! Já que tem negro na senzala no backstage, eles não precisam desfilar?! Tô lendo um jornal do século XVII?! Racismo justo na moda, que se diz a mais democrática das manifestações?! Susto maior por tal absurdo ter saído da boca de Gloria Coelho – estilista que eu admiro muito e cujas peças são de babar. Fiquei de face.
Ontem, no entanto, o site de Gloria trouxe o seguinte comunicado:
Caros,
Venho aqui esclarecer a matéria publicada no último domingo, 12 de abril de 2009, no caderno Cotidiano, do jornal Folha de São Paulo, sobre as cotas de negros na São Paulo Fashion Week.
Fui procurada pela Folha, através do jornalista Paulo Sampaio, via celular, para expressar minha opinião sobre as cotas do desfile.
Acho que a própria cota é preconceituosa. É um assunto que deve ser discutido com muita inteligência. Por que não fazer cota de japoneses, de árabes, judeus etc.?
O que disse ao jornalista é que não tenho problema nenhum em relação a negros e não teria problema nenhum em realizar um desfile só com negros. Já tive e tenho negras no meu casting, disse que colocaria sim mais negras, desde que as agências enviassem meninas que se adequassem ao perfil do desfile (cada desfile tem um tema).
Quanto a preconceito, não posso ter preconceito com negros, mesmo porque tenho avô negro.
Não acredito em cota, acredito em mérito. Se você é inteligente, você entra em uma faculdade. Se você é especial, você desfila, independente da cor.
Peço desculpas se meu comentário foi mal interpretado e estou à disposição para maiores esclarecimentos.
Obrigada,
Gloria Coelho
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(Ah, bom! Menos mau! Quer dizer… teria o repórter inventado a afirmação? Ela falou aquilo ou não? Sua opinião foi mal interpretada ou irresponsavelmente proferida?)
Enfim…Continuo não concordando 100% com a estilista. Não acho que se você é inteligente, você entra em uma faculdade. Isso não é regra, é exceção. É utopia e estamos no Brasil. Hellow?! E também não há tantos japoneses, árabes e judeus em território nacional. Como na Bahia há muito mais negros que em Santa Catarina, onde é too much oferecer 20% de vagas da Universidade Federal para negros – o que seria pouco no estado baiano ou em Minas Gerais. Captaram o nível da confusão?! Proporcional à diversidade e tamanho do nosso país. Melhor parar por aqui.




