E tem gente que ainda não entende o porquê de Florianópolis ter fama de prestar um péssimo serviço ao consumidor. Esta aconteceu ontem: casal de catarinenses reúne alguns amigos para despedida em certo bar da grande Florianópolis. No dia seguinte (hoje) voltariam para Londres, onde moram há alguns anos. Na hora de entrar no estabelecimento, o casal é barrado – na verdade ele, e ela por tabela. “Você não pode entrar, está de bermuda”. Hmmm??? “Como? Tem vários caras de bermuda aí dentro, tô vendo daqui”. “Mas a sua bermuda é verde (!), estilo ‘praia’, essa não pode”. Ahhh tá… Claro. Faz sentido… Bege, preta, vermelha e jeans pode… verde, não. Anrã. Lá dentro, calor de mais 30° devido ao ar condicionado insuficiente pra tanta gente, janelas todas fechadas e um cheiro de cigarro insuportável. Sem falar em muitos outros caras trajando bermuda (vejam só…), correntes de prata e boné pra trás. Isso pode… Mas tudo bem, a bermuda era VERDE. (Seria o segurança torcedor daquele time azul de Florianópolis?! É uma hipótese a se considerar…).
Esta outra aconteceu um tempinho atrás com moradora de Florianópolis que foi buscar a irmã no aeroporto INTERNACIONAL Hercílio Luz. Enquanto esperava o avião pousar, dirigiu-se até o quiosque do Mc Donalds para comprar uma casquinha. Custava R$ 1 e a jovem tinha apenas uma nota de R$ 50. Perguntou se aceitavam cartão. Não, não aceitavam (Mc Donalds… aeroporto INTERNACIONAL…). Aí a moça disse que teria que pagar com R$ 50. A atendente falou que até teria troco, mas que ficaria sem (e…?). “Eu tô aqui te dando dinheiro e você não quer me vender o sorvete, é isso?”. E mesmo tendo outra funcionária dentro do quiosque com ela, perguntou se a cliente não poderia ir à outra loja tentar trocar o dinheiro =) “Ah moça, pelo amor de Deus né…”. Ela não podia sair dali, afinal o quiosque ficaria apenas com uma pessoa atendendo… as zero pessoas que estavam ali no momento. Ai ai…