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Finais

23 jun

“A vida passa, o tempo voa”, a correria só aumenta e tem dias que não consigo passar por aqui. Aí ficam faltando “the ends” de histórias que contei. Ou, na linguagem jornalística, algumas suítes (quem tem diploma de jornalista sabe o que é suíte, ego!).
Minha visita ao Ateliê hoje é justamente para isso: atualizá-los sobre dois causos. O primeiro diz respeito à agressão que sofri no início do ano, pelo proprietário da loja Estrela Persa – que está aqui. Eis que, após o ocorrido, dei continuidade ao caso, fiz um B.O, e muito tempo depois, fui intimada a depor na delegacia da mulher (pra onde obviamente a queixa foi encaminhada). Abri um processo judicial, e na semana passada, teve uma audiência, na qual eu compareci, devidamente acompanhada de um advogado e seu estagiário (lindo o rapaz, precisam ver!), ao contrário do “Sr. Tapetes”, que não foi. Parece que o Sr. Hamad Reza Badiei Gavarti estava no Irã (deve ter ido votar. Não que isso tem valido pra alguma coisa…). Portanto, com a ausência do réu na sessão – que tentaria (em vão) a reconciliação das partes – o processo segue, agora com pedido formal de indenização, por danos físicos e morais. Claro que isso deve demorar um pouco bastante…
O outro causo, contado no post Ervianópolis, teve um happy end. A Gláucia foi uma fofa, arcou com todas as despesas da batida, e meu carro tá bonitinho de novo. Eba!
No mais: eu apoio o Blog da Petrobras e repudio a decisão do STF contra a obrigatoriedade do diploma em Jornalismo.
Bjomeliga!

Ervianópolis

13 maio

No último final de semana, ao chegar, de noite e debaixo de chuva, de um aniversário, percebi  meu irmão percebeu que o carro tava batido. “Clarissa, o quê que é isso?!”. A porta do motorista tava amassada – muito – e suja de vermelho – provavelmente a cor do automóvel que batera no meu. Não tinha o que fazer – a não ser xingar o bêbado que fez aquilo e pagar pelo estrago.  Bateram e, como não tinha ninguém por perto, saíram sem fazer nada. Certo? Errado!

Um dia depois ligaram pra minha casa querendo falar com o proprietário/a do carro batido. Eu não tava, mas meu pai tratou do assunto e depois me contou: um carro de bombeiros, com uma bombeira no volante, deu ré até encontrar o meu no meio do caminho. A motorista anotou a placa e ligou para dar satisfação. Disse que saiu apressada dirigindo após receber um chamado e simplesmente não viu meu carro.
Aí, no dia seguinte, liguei pra bombeira…
– Alô, quem fala?
– É a Gláucia.
– Oi Gláucia, é a Clarissa, dona do carro batido na sexta-feira…
– É a Clarissa do coleginho??? (Colégio Nossa Senhora de Fátima para os menos íntimos)
– Gláuciaaaaaaaaaaaaaa??? Guriaaaaaaaaa, não acredito!
– Não, não, muita coincidência…
(…)
Resumindo: a Gláucia foi minha amiga de infância. Estudamos juntas no coleginho. Ainda mora pertinho da minha casa, mas nunca mais havíamos nos encontrado, sequer nos visto. Quando ela falou “Gláucia” pela primeira vez, claro que me lembrei dela, sem saber que era ela, porque não é um nome muito comum.  Foram vários minutos rindo, lembrando de historinhas, contando muito rápido sobre nossas vidas hoje, sobre inícios e fins, e, sim, até tratamos da batida =)
Floripa não é uma ervilha É uma mini,ini,ervilha.

Um dia depois ligaram pra minha casa querendo falar com o proprietário/a do carro batido. Eu não tava, mas meu pai tratou do assunto e depois me contou: um carro de bombeiros, com uma bombeira no volante, deu ré até encontrar o meu no meio do caminho (viram como era vermelho, né?). A motorista anotou a placa e ligou para dar satisfação. Disse que saiu apressada dirigindo após receber um chamado e simplesmente não viu meu carro.

Aí, no dia seguinte, liguei pra bombeira…

– Alô, quem fala?

– É a Gláucia.

– Oi Gláucia, é a Clarissa, dona do carro batido na sexta-feira…

– É a Clarissa do coleginho??? (Colégio Nossa Senhora de Fátima para os menos íntimos)

– Gláuciaaaaaaaaaaaaaa??? Guriaaaaaaaaa, não acredito!

– Não, não, muita coincidência…

(…)

Resumindo: a Gláucia foi minha amiga de infância. Estudamos juntas no coleginho. Ainda mora pertinho da minha casa, mas nunca mais havíamos nos encontrado, sequer nos visto. Quando ela falou “Gláucia” pela primeira vez, claro que me lembrei dela, sem saber que era ela.  Foram vários minutos rindo, lembrando de historinhas, contando muito rápido sobre nossas vidas hoje, sobre inícios e fins, e, sim, até tratamos da batida =)

Floripa não é uma ervilha. É uma mini,ini,ervilha.