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Chanel, sempre

27 maio

“Coco antes de Chanel” estreia em outubro nos cinemas brasileiros, mas o trailer já tá rodando na Internet há algum tempo. No Brasil, os fãs de Chanel e os apaixonados por moda esperam ansiosamente pelo filme – que gerou polêmica (normal já que estamos falando dela…) antes mesmo de estrear lá fora, pois o cartaz mostrava a estilista com um cigarro na boca – imagem que foi proibida pelo governo francês (sabem aquele lance de “ser mais real que o Rei”? Pois é…).
Com Audrey Tautou (a Amélie Poulain e a mocinha Sophie de “O Código da Vinci”) na pele de Gabrielle Chanel, o longa conta como uma menina humilde, que cantava em cafés para sobreviver, se tornou a primeira grande dama da moda e uma das maiores estilistas que o mundo já teve.
Deixo o trailer aqui pra quem ainda não viu:

E por que falar sobre isso agora? Porque acabei de ler esta frase “Vista-se mal e notarão o vestido. Vista-se bem e notarão a mulher”. É… Chanel, sempre Chanel.

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Nada a declarar

12 nov

Chove em Florianópolis. Como de costume. O diferente hoje é que, pelo menos na parte continental desta cidade, as lágrimas a chuva tem uma explicação. Estou estamos tristes. Não sou fanática por futebol, mas gente, que saco!!! Como moradora do Estreito e torcedora do Figueirense (não das mais aplicadas, reconheço), não tenho muito o que dizer hoje… Sei lá… “Nada como um dia após o outro. O mundo dá voltas. Quem ri por último ri melhor. Daqui um ano a situação vai se inverter, estaremos rindo do rebaixamento deles. Levaram três décadas pra conseguir o que pra nós, já era (shit!) normal. O nosso gol de acesso foi muito mais bonito. Ah, a culpa do nosso rebaixamento é deles. Se já tivessem na séria A, teríamos seis pontos a mais (hahahaha, boa boa!). Etc, etc…”.
Tô triste e incomodada. Não, não queria dois times de Floripa na série A do campeonato brasileiro, como uns e outros por aí. Queria um só. E não o A… (aquele time que não vou nem falar o nome – aliás, que nome brega, pqp!!!). Não queria ver na séria A o time cuja torcida é a mais secadora da história. Que, na sua ausência, torce pra qualquer adversário do Figueirense (olha, e é qualquer mesmo. Já vi gente que gosta do Flamengo rezando pra uma vitória do – eca – Fluminense). Não queria ver na séria A o time cuja torcida faz questão de provocar e espalhar pela cidade outdoors comemorando a derrota do Figueira na final da Copa do Brasil (2007). Não queria ver na séria A o time cuja torcida costuma levar bombas (rojões, whatever… qualquer coisa que exploda e tire mão de senhores inocentes – ops!) pra dentro do campo do adversário. Não, não queria. Não sou altruísta a este ponto, sorry. Floripa está tomada de smurfs e terei que conviver com isso. Saco!
Mas tudo bem, falemos de moda, já que entendo um pouquinho mais disso.
Gente, resumindo: o azul pode até estar na moda.

Revista Vogue - edição Nov/08

Revista Vogue - edição Nov/08

Mas o preto e branco é um clássico, assim como Chanel. É e sempre será um clássico. Pra sempre.

Chanel

Chanel

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