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Chic

26 maio

Bossa Chic = marca da estilista catarinense Joana Almeida. Novo cliente da Em Voga Comunicação. Chique, leve e super feminina. Querem saber mais? Entrem aqui e leiam o release da coleção de Inverno logo ali embaixo.

Inverno 2009 Bossa ChicInverno 2009 Bossa Chic Inverno 2009 Bossa Chic

A bossa da estilista Joana Almeida é nova e chique
Inspirada no ritmo tipicamente brasileiro, a Bossa Chic apresenta uma coleção ao mesmo tempo elegante e confortável


“…E tudo foi feito num ambiente de paz e passarinhos…”. A frase de Tom Jobim levou a estilista catarinense Joana Almeida a criar um Inverno suave com roupas super femininas e leves. “Fiz as peças pensando nas mulheres atuais que se desdobram com muito jogo de cintura para enfrentar as diversas situações do dia a dia. Depois de refletir sobre essa pressa eufórica que nos dá a sensação de que o tempo não é mais como era antigamente, busquei as coisas simples do Inverno que nos acalmam e nos fazem sorrir. Em companhia de Gilberto e Tom tentei trazer um sopro de sossego embalado pela bossa nova”, explica a estilista, que mora em São Paulo, onde administra, com sua sócia Danila Takaki, a Bossa Chic.


Romântica, a coleção desta estação apresenta roupas com modelagem ampla, aplicação de flores, botões com madrepérola, além de muita renda – tendência absoluta do Inverno 2009 – em tonalidades de gelo, bege e rosa antigo. A cartela de cores varia em tons pastéis, ora contrastando com preto, ora com marrom ou verde escuro.


Algodão, lâ e poliamida compõem a maioria das peças, entre casacos, vestidos, batas e camisas. Todas elas têm um coração de metal dourado aplicado, reforçando o romantismo da coleção. “Acho que a mulher nem sempre tem que ser sexy. Neste Inverno ela será sofisticada”, conclui Joana.

Sobre a Bossa Chic – Criada em 2008 pela estilista catarinense Joana Almeida, a Bossa Chic é focada nas mulheres antenadas e preocupadas com conforto e beleza. As coleções procuram ter elegância sem austeridade, apresentando peças femininas e atuais. Joana hoje mora em São Paulo, onde gerencia a marca com a sócia Danila Takaki, mas está sempre entre a capital paulista e Florianópolis, onde vende suas peças nas lojas Fabiana Silva, Filomena e Bamboo.

Atendimento nota zero, parte 2

24 mar

Se há algo que Floripa não tem do que se orgulhar no alto dos seus 283 anos completados ontem, esse algo é o atendimento ao cliente. Já falei sobre isso outras vezes, mas infelizmente, me vejo obrigada a repetir o assunto aqui. Bem que me avisaram: “Nem vai lá, o atendimento é péssimo, tá tudo muito atrapalhado e a equipe não tem preparo nenhum”. Mesmo assim, no último final de semana, resolvi conhecer a nova versão de bar/café/restaurante 24h reaberto neste mês no centro da cidade. 

Chegando lá, logo na porta, o maître despejou uma nada breve apresentação da casa, reforçando que “possuíam a mais completa carta de vinhos de Florianópolis, que tudo que quiséssemos beber eles tinham, assim como também ofereciam tudo que quiséssemos comer, e uma variedade imensa de sobremesas. Sem falar do atendimento: excelente”! Uau! 

Menos de meia hora depois de toda essa propaganda, tudo veio abaixo – em mim, aliás. Ao pegar o primeiro copo de chopp da noite, para tomar o último gole, tchanannn! O copo estourou na minha mão. Assim, do nada. Depois de sair da mesa, antes de chegar a minha boca. Espatifou, na minha mão. Foram alguns segundos tentando entender o que tinha acontecido. “Ok, não me cortei, minha mão tá ok, minha boca também. Não tem sangue aqui, mas meu vestido encharcou, ok ok, dos males o menor”.  

Chamei o garçom. Relatei o acidente. Com um risinho que ainda não conseguir decifrar, nem entender por que diabos estava no rosto dele, limpou a mesa e pegou os cacos. Saiu. “Ele não entendeu né? Ele acha que eu to bêbada e deixei o copo cair, é isso?”. Chama o garçom de novo. Volta com o mesmo risinho que não fazia sentido. Aí eu contei mais uma vez o que acabara de acontecer. Aí, bom, aí ele tentou justificar o injustificável. Foi trágico. “Olha, todos os copos são conferidos antes de serem usados. Você tá vendo que o cristal é muito fino e frágil, né? Qualquer esbarrão ele pode quebrar.” Uma amiga interrompe: “Moço, olha pra mão dela. Acha que ela conseguiria quebrar um copo com a mão?”. Continua a leréia, acompanhada do risinho maldito: “Não, veja bem… Não é isso. É que se o copo tivesse trincado, ele não chegaria até o final do chopp, certo? A casa cuida muito bem de seus objetos. Todos os copos foram conferidos, um a um”. Eu ali, molhada de chopp, incrédula com o tamanho da falta de noção: “Tá, então se vocês cuidam muito bem dos copos e tudo tem um excelente padrão de qualidade, você tá querendo dizer que fui eu a culpada, é isso?”. “Não, veja bem…”. Enfim… Ficou nisso por algum tempo. Não que a culpa fosse dele. Ou da casa. Ou minha. Às vezes copos estouram mesmo. Acontece. Então pelamordedeus, pede desculpa pro cliente, traz outro chopp e deu.  Não tenta defender o que não tem defesa e insinuar que a culpa é do cliente. 

Na saída, claro, chamei o maître. O mesmo da fala linda e maravilhosa sobre o melhor lugar do mundo que estávamos prestes a conhecer. Contei todo o desastre e reclamei do garçom que tentara me convencer que talvez, quem sabe, de repente, eu que tinha quebrado o copo. Ele fechou a porta do bar/café/restaurante 24h, ficou do lado de fora conosco e desabafou: “Olha, eu sou terceirizado aqui. Sou funcionário de uma empresa que presta serviço. Mas sinceramente? Não concordo com muita coisa que acontece aí dentro. Tudo errado. A começar pelo dono. E só tem puxa-saco dele trabalhando. Esse garçom que te atendeu devia ser mais um deles. Vocês me desculpem mesmo.”

Tá né…Se o dono do lugar é bom ou mau profissional, não sei. Mas sei que não adianta investir na infraestrutura, que realmente é muito legal, e não se importar com a equipe que vai trabalhar pra ele. E com os copos que serão usados.