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O preço do chinelinho fashion

16 dez

R$ 49,90. Este é o preço do chinelinho. Fui lá conferir e até tentei fazer o registro fotográfico by celular, mas não deu muito certo. Portanto, acreditem que aqueles números ali embaixo são 4, 9, 9 e 0. 

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Gostaram? Tem na Dumond, na Praça de Alimentação do Beiramar Shopping.

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Chinelinho fashion

16 dez

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Recebi pelo mailingo do Beiramar agora e gostei.

Pra quem vai passar a virada de ano na praia, ótima opção. Pra quem não vai, ótima opção também. Perfeita para o Verão e nada a ver com essa chuva (e ela voltou! galocha saiu do armário!).

Vamos ver se gosto do preço… Depois falo pra vocês.

Não tem. Mesmo.

18 nov

Quando se diz que certas coisas não têm preço, é por que realmente não têm.  Por exemplo: amiga comenta com outra que achou biquínis lindos e super baratos, na verdade quase dados (R$10,00 a peça) em praia/cidade/point baladésimo de Santa Catarina.  A outra escuta aquilo, os olhos brilham, a mão coça e na mesma hora marca para o próximo final de semana uma visitinha na praia/point, após chamar uma terceira amiga para conferir a pechincha. “Puts! Mas no próximo final de semana tem feriado (fora de contexto)! “Não guria! Capaz! Vamos sim! Claro que vai tá tudo aberto!”. “É, vamos”. Nossa, que difícil! O próximo final de semana chega e elas seguem o combinado. Chegam lá, lojas abertas, sol brilhando, céu azul, ruas amarrotadas de gente… de todo tipo de gente. Mesmo. As três saem para uma voltinha de tarde, e claro, ir até a loja de biquínis (que loja, mesmo?). Caminham uns 2 km e depois de resistir às 827367 sorveterias e confeitarias do meio do caminho, e aos “gente, preciso de um doce, muito!” de uma delas, chegam à desculpa ao motivo da viagem. Entram na loja e sim! Todas as peças por R$ 10,00! Mas não! Não tinha o que elas procuravam. Normal. Saem da loja e começa a saga “Precisodeumdoceeencontrarmeubiquíni”. Continuam a caminhada. Entram em 198278732878 lojas. Consomem. Normal. Eis que em uma das lojas, o paraíso está logo ali, diante dos olhos delas: champagne e bandejas de bombons. Tinham acabado de sair de uma sorveteria. Mas tudo bem: champagne e bombons!  Loja estava de aniversário. Coquetel para as clientes. Clientes chiques, de banho tomado, perfumadas e com linhas de expressão assassinadas pelo Botox. Na maior cara de pau (mentira, elas poderiam  consumir itens da loja – não, não poderiam, mas fariam, seguindo a loucura do descontrole consumista) elas começam a provar pares de sandálias para permanecer mais tempo com as tacinhas na mão. Até a que tinha o pé completamente sujo (combinandinho com o short branco sujo) experimenta uma sandália, cuja cor, conseqüentemente,  passou de bege para marrom depois da prova.  E o garçom continua pra lá e pra cá com a bebida mágica. Eis que a mesma do pé sujo solta um – solta não, pega uma bolsa que estava em cima de um pufe branco ao lado de outros acessórios da loja:  “Guriaaaaaaaa!!! Olha esta bolsa! É daquelas lá de cimento que tinhas visto!”. No que a outra vai pegar a bolsa pra ver com as mãos, uma vendedora se aproxima e “Com licença, esta bolsa é da cliente!”. !!!!!.  Ah tá, desculpa, bjomeliga. Pensando bem, a bolsa tava totalmente fora do contexto da loja. Se bem que a bolsa e a loja vêm do mesmo estado do Sudeste, e parceria tá tão em alta na moda. Não, não. A bolsa estava fora de contexto. Mas pra quê mais fora de contexto que as três? Mais docinhos. “Nossa, esta ficou perfeita! Quero! Preciso! Não! Absurdo de caro! Compro três quando for pra lá!”. Mais docinhos. Chega de docinhos. Tchau loja/paraíso. Continuam a saga “Precisoencontrarmeubiquíni”. Os doces já estavam OK – pelo menos até a sobremesa da próxima refeição (tomara que não demore!). Conseguem completar a jornada. Quatro horas depois. Muitas compras depois. Alcançam o objetivo final após ter a desculpa o foco do final de semana totalmente esquecido. Tudo que adquiriram teve um preço. Mas tomar champagne com roupa de praia e pé sujo às 5 da tarde e pegar a “bolsa da cliente” na maior, não tem preço. A propósito, o do biquíni foi muito mais que R$ 10,00. E no outro dia não deu sol. Normal.