Arquivo | novembro, 2008

Leve

28 nov

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Um pouco de leveza neste momento triste.
(Post de hoje é pra ti Ana)
Balé. Na Vogue de outubro – em editorial com Carol Trentini – e no caderno Equilíbrio de ontem da Folha de São Paulo.

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Clássico. Na moda e na vida. Na primeira aparece faz tempo… nas sapatilhas, nos babados, nas transparências e tecidos vaporosos, nas silhuetas godês. Na delicadeza . Adoro.

A inspiração

A inspiração

As do dia-a-dia

As do dia-a-dia

Na vida vem sendo apontado como ótimo para a saúde e bem-estar. Uma atividade mais completa que a natação. E a Folha Online não me deixa mentir… Cada vez mais adultos estão procurando as aulas de balé clássico, seja para aumentar a capacidade de concentração, seja para fortalecer os músculos do corpo ou apenas para relaxar e apertar o OFF. Adoro também. Provavelmente voltarei pra barra ano que vem. Enferrujada (foram anos dançando, mas já são anos parada), mas com uma vontade danada de relembrar. E dançar. E voar…

Triste

27 nov

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Porque em Floripa tá assim: mesmo com Sol, chove! E o resultado é o que vocês tão vendo nesta foto. Um pouquinho de cor na tristeza que se abateu sobre a nossa Santa e Bela Catarina.
(Era uma vez uma vista para a Beira-Mar… E viva o “progresso”!)
No meio dessa tragédia toda, tá bonito ver a mobilização das pessoas, das empresas, dos outros estados, do Brasil inteiro para ajudar as vítimas do maior desastre climático da história de SC. E no meio dessa tragédia toda é de indignar a falta de sensibilidade e noção de algumas outras pessoas (poucas, ainda bem!). Um exemplo disso foi relatado ontem no blog No Palanque, pela repórter Júlia Antunes Lorenço. Lamentável. E infelizmente tem muito mais…
Os olhos do país inteiro estão voltados para cá. E os brasileiros estão podendo acompanhar o que aconteceu por aqui graças à cobertura jornalística que está sendo feita, além, é claro, da colaboração dos próprios moradores que têm enviado informações, vídeos e imagens da catástrofe. Os principais veículos de comunicação mandaram seus correspondentes. Os principais noticiários falam o tempo todo da situação, atualizando os números de mortos e desabrigados (que crescem diariamente). Datena já veio, Cabrini também. Ontem chegou Caco Barcellos com a equipe do Profissão Repórter. Se a imprensa nacional (e até internacional) está mobilizada nesta cobertura, imagine a local. E ainda tem organização de certo evento que está acontecendo em Florianópolis reclamando que as “notícias não estão saindo”. Vai ver por que, no momento, é um pouquinho mais relevante retratar da melhor maneira possível a tragédia do Vale do Itajaí.  Que falta de noção. Que falta de sensibilidade. Lamentável (2). Isso que é um evento em prol do “social”. Sim, belo social.

Eu sabia…

25 nov

Em sessão fofoca no chat do gmail:

Enviado às 10:22 de terça-feira

(eu= Clarissa)
Juliana:  amiga… sol!
 eu:  sim
tem uma explicação
verás no meu blog
 Juliana:  ai mô Deus
vou lá ler
 eu:  sim
explicação científica

(…)

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Eu sabia… Já me sinto culpada pelo dilúvio. Será que bastava eu ter aberto a mão antes?!
Tá Clarissa, vamos trabalhar vamos?! =)

Chegou!

25 nov

Essa tal “tecnologia” é realmente impressionante. Fico de face. “Vou te dizer uma coisa pra ti ô”! Gente, menos de 24h depois de fazer a compra pela internet, minha galocha chegou e foi entregue em mãos!  Tudo certinho. Sem custo de frete!

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Viram os raios solares aparecendo, né!? Pois bem, me agradeçam. Eu não disse?! É a máxima imperando…”Pobre só se f…”.

Daslu, 284

25 nov

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A Daslu lança hoje a 284, marca assinada por Bernardino, Luciana e Marcella Tranchesi e Helena Bordon, terceira geração da vitrine nacional da moda (para poucos).  Mais jovem e “acessível” (e este acessível é relativo. Bem relativo…), a 284 segue o conceito do urban wear: roupas para o dia-a-dia, mas com informação de moda, “revelando com irreverência a visão de quem vê a moda como uma forma de expressão”.
Dizem os herdeiros que vão oferecer produtos mais baratos (e este barato também deve ser relativo…), porém com as mesmas qualidades das outras marcas de luxo da loja. A 284, que venderá roupas masculinas e femininas, terá camisetas, calças jeans, camisas, vestidos para festas e acessórios cujos preços vão variar de R$90 a R$800. Além do calendário das quatro estações do mercado da moda, a 284 promete trazer novidades a cada 15 dias, seguindo a tendência do “fast fashion”, proposto por lojas como Zara e H&M, por exemplo. (E tô achando que a Hering pode enveredar pelo mesmo caminho… É só ver as transformações que a empresa catarinense – e do mundo – vem apresentando nos últimos tempos… Observemos!).
A nova loja dentro da Villa Daslu vai ocupar uma área de 300m², com dois andares interligados por escada rolante. Os consumidores vão poder encontrar ali também edições especiais e exclusivas dos calçados Melissa, Converse e Havaianas. 
Uma das coleções lançadas agora é a Naomi 284, inspirada no acervo pessoal que a top britânica Naomi Campbell reuniu em suas duas décadas de carreira internacional. Obviamente, a própria top atua como garota-propaganda de sua linha. A campanha foi clicada por Gui Paganini com direção de arte de Giovanni Bianco. Em entrevista à Folha de São Paulo da última sexta-feira, Naomi disse acreditar que oferecer produtos mais acessíveis é uma tendência irreversível da moda… (Hmmm…Observemos isso também).

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Ah, o nome da nova grife, que terá como público-alvo jovens entre 15 e 30 anos, é uma homenagem ao endereço original da antiga loja da Daslu que ficava no número 284 da Rua Domingos Leme, no bairro de Vila Nova Conceição, em São Paulo.
Aliás, falando em números, mas voltando para o mundo real, lembrei que quero ver o filme Última parada: 174. Eu vi o documentário, anos atrás, mas o filme do Bruno Barreto not yet. Deve ser bom, mas não menos triste. Este caso (o sobrevivente da Chacina da Candelária que se torna o vilão/vítima anos depois) é uma “vitrine” fiel da realidade nacional.

Fontes: Daslu, Folha de São Paulo e Gazeta Mercantil

Chuva pra sempre?

24 nov

Acreditando nas previsões mais pessimistas, teremos chuva até março de 2009. Pode ser boato, especulação, lenda (I hope so!), mas, quem duvida disso é louco, afinal, já são quantos meses convivendo com ela diariamente? Seriam “só” mais 16 semanas assim, e segundo o prefeito Dário Berger em entrevista à CBN ontem de manhã, já chove há 17 semanas. Portanto, se este período de águas infinitas realmente se concretizar, nosso verão irá por água abaixo (!). Aí, esqueçam biquíni, guarda-sol, cadeira de praia, protetor solar, etc. e invistam em itens mais úteis para a temporada Chuva Eterna 08/09 em Floripa. Abaixo uma seleção do que precisaremos para os próximos meses:

Bóia colorida pra quebrar os dias cinzentos

Bóia colorida pra quebrar os dias cinzentos

pé de pato é o que há!

Nada de sandálias: pé de pato é o que há!

Coletes!!!

Coletes!!!

Este guarda-chuva para nos lembrar como é o céu azul...

Este guarda-chuva para lembrar como é o céu azul...

Galochas, é claro!

Galochas, é claro!

Capa de chuva para o dia...

Capa de chuva para o dia...

...e para a noite!

...e para a noite!

Ah! Fiz minha parte na campanha “Volta Sol Pelamordedeus”: depois de três meses “compro/não-compro”, acabo de adquirir meu par de galochas (meninas, uma mais linda que a outra no Galochas Online). Ou seja: é provável que o Sol apareça! Mas tudo bem, não ficarei brava, no fundo, este foi o objetivo (mentira) real da minha aquisição.